terça-feira, 21 de outubro de 2008

Cuidados Continuados e Paliativos





Cuidados Continuados

São os doentes crónicos portadores de deficiência quem, ao longo da sua vida, precisa de cuidados de saúde de longa duração. Os cuidados continuados referem-se a um conjunto de serviços de saúde, pessoais e sociais, prestados durante um período prolongado a pessoas com deficiência, que nunca foram funcionalmente independentes, ou que sofrem de uma doença terminal.

As pessoas atingem uma maior longevidade e muitas delas, a precisarem de cuidados de saúde continuados, não têm familiares chegados que possam tratar deles. A esta situação acresce o facto de as pessoas terem menos filhos, assim como o divórcio. Por isso, os cuidados tendem a ser prestados por instituições ou ao domicílio.



Cuidados Paliativos

Com o avanço da tecnologia existem à disposição das pessoas com doenças terminais, meios que lhes proporcionam um prolongamento a vida. No entanto, alguns tomam a decisão de suspender o tratamento de suporte de vida, de alta tecnologia, em troca de uma morte tranquila. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, quando os prestadores de cuidados de saúde prestam cuidados paliativos, efectuam o seguinte:

  • Afirmam a vida e vêem a morte como um processo normal

  • Não aceleram nem adiantam a morte

  • Prestam o alívio da dor e de outros sintomas perturbadores

  • Integram os aspectos psicológico e espiritual dos cuidados ao utente

  • Oferecem um sistema de apoio para ajudar o utente a viver, de forma mais activa possível, até à morte

  • Oferecem um sistema de apoio para ajudar as famílias a lidar com a doença do utente e com a própria privação destas

Os cuidados paliativos são uma filosofia de cuidados completos durante o final de vida do utente. A abordagem aos cuidados geralmente envolve uma equipa interdisciplinar de médicos, enfermeiros, assistentes sociais, representantes religiosos e farmacêuticos. Uma abordagem de cuidados paliativos assegura que o utente tenha uma “boa morte”, livre de dor e sofrimento evitáveis, de acordo com a vontade do utente e da família e de acordo com as normas clínicas, culturais e éticas.




Potter, P.A.; Perry, A.G. (2003). Fundamentos de Enfermagem – Conceitos e Procedimentos. 5ª Ed. Lusociência. Loures.

4 comentários:

Jorge Mendes disse...

Oi

Magnifico artigo, bem enquadrado e bem documentado.

Muitos parabéns

Hugo Batista disse...

Muito obrigado

Foste rápida na resposta, não contava com tanta eficiência.

É bom quando sentimos que alguém ajuda ainda mais sendo da mesma área.

Foi óptimo mencionares a bibliografia pois dá uma autenticidade do artigo.

Muito obrigado fostes uma kerida

Tiago Matias disse...

Desculpa

Vais ver que somos uns grandes cromos, e cábulas.

Poderias explicar o que é uma separação do ombro de segundo grau?

Já te consideramos nossa madrinha virtual hehehe

Obrigado

Adriana Leal disse...

Olá boa tarde

Olha não leves a mal.

Mas és professora em alguma escola?

Se não Trabalhas a onde?

O teu perfil é muito vago.
A maneira como abordas os temas parece alguém que esta habituada a dar aulas será?